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A Liberdade de Perdoar
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A Liberdade de Perdoar

Uma história marcada por heranças silenciosas, transmitidas no olhar, nos gestos e nas dores que atravessam gerações. Neste livro, a autora mergulha na complexidade do perdão, explorando as marcas deixadas pelas feridas emocionais e o impacto que elas têm na forma como vivemos, amamos e sobrevivemos. Entre memórias, cicatrizes e recomeços, nasce uma reflexão profunda sobre a capacidade humana de se reconstruir mesmo após a dor. Mais do que esquecer, perdoar surge aqui como um ato de libertação interior — uma forma de romper com o peso do passado e abrir espaço para novos começos. “Uma luz incandescente brilha no fim do túnel, não é a morte, é ressurreição.”
A Bombordo – Ou a Arte de Navegar nas Palavras

Poesia

A Bombordo – Ou a Arte de Navegar nas Palavras

By Ana Mar
O mar é símbolo de mistério, de viagem, de vastidão. Em muitos dos poemas, as águas tornam-se espelhos dos sentimentos, das histórias, dos sonhos, parecem naufrágios que compõem a alma. As palavras da Ana, são como as ondas: leves ou revoltas, mas sempre guiadas por uma força invisível que as move e as devolve à imensidão de onde vieram. Um livro para quem já se perdeu nas ondas dos próprios sentimentos, para quem conhece a força das marés internas e para quem encontra sempre consolo na vastidão azul. O leitor é chamado a sentir cada poema como se sentisse a água nos pés, a maré nas mãos e a areia a soltar-se. Que este livro seja o seu mar, na aventura de descobrir a profundidade dos próprios sonhos e das emoções. Assim como as palavras de paz e tormenta da Ana Mar, que senti!
16.00
Caminho Fado Purga

Poesia

Caminho Fado Purga

Uma catarse. Por vezes dramática, outras vezes irónica, e, em certos momentos, subtilmente marcada por um humor leve.

Relata-se um percurso de menina a mulher, em que nada foi indiferente. A experiência pessoal é utilizada como instrumento de compreensão do outro, partindo do princípio de que “nada acontece por acaso”.

Abordam-se temas complexos e atuais, sob a perspetiva de quem os viveu na primeira pessoa. Existe uma intenção clara: provocar reflexão, questionar evidências e dar voz a quem enfrenta, em silêncio, realidades semelhantes às descritas nesta obra.

Procura-se demonstrar que ninguém está só.

Permanece uma ideia transmitida ao longo das gerações:
Hoje tudo parece um problema enorme e sem solução. Mas tudo passa. Amanhã já não terá o mesmo peso. É preciso manter a calma, porque tudo se resolve. Tudo passa.

Ana Azélio

16.00